Use seu FGTS


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Estar bem informado é muito importante para aproveitar as oportunidades e conseguir tomar as decisões de forma tranquila. Muitos já sabem que o dinheiro do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) é um ótimo aliado na hora de realizar o sonho da casa própria. Porém, algumas pessoas acham que é difícil conseguir retirar o benefício ou realmente não entendem o objetivo dele.

 

Todo o trabalhador que é contratado pelo regime CLT tem direito ao FGTS. Ele equivale a 8% do salário mensal e é depositado pelo empregador em uma conta vinculada ao fundo. Esse saldo pode ser utilizado em três possibilidades: para a compra e construção do imóvel residencial; para quitar a dívida totalmente ou pagar uma parte do saldo devedor e, para pagar parte do valor das prestações, podendo usar o fundo para diminuir a valor das prestações. No caso da compra do imóvel, o comprador precisa ter no mínimo três anos de trabalho sob o regime do FGTS, mas o interessante mesmo é que pode ser em períodos ou empresas diferentes. Nesse caso, o comprador não pode ter algum outro financiamento de imóvel ou já ser proprietário de outro imóvel. Aqui no Espírito Santo, o valor da moradia pode ser de até R$800.000,00.

 

Investir o FGTS na compra de um imóvel tem sido considerado uma excelente opção principalmente devido ao baixo rendimento que o governo tem pago aos trabalhadores  no fundo (aproximadamente 2% ao ano mais Taxa Referencial (TR)). A rentabilidade tem perdido da inflação oficial e das aplicações financeiras mais conservadoras. É sabido que o imóvel é moeda forte e um investimento para a vida toda. Imóveis na planta podem ter grande valorização dependendo principalmente da localização.

Além disso, o saque do FGTS para dar entrada em um imóvel facilita também o financiamento. O valor do fundo pode servir para dar de entrada na compra de um imóvel, reduzindo o saldo devedor da compra. O comprador que saca o FGTS pode ter o direito a 0,5% de desconto na taxa de juros do financiamento.   Nesse caso, é preciso ter no mínimo 36 meses de contribuição no fundo de garantia. Lembrando sempre que não precisa ser na mesma empresa, o que vale é a somatória de todos os valores depositados pelas empresas em que se trabalhou.

 

Para sacar o fundo, o trabalhador solicita o saque ao agente financeiro por meio de um documento. O agente pode ser seu banco que, então, comunica à Caixa Econômica Federal. Quando o fundo de garantia é liberado, é depositado na conta do vendedor. Ou seja, quando se saca o fundo de garantia para comprar um imóvel, o comprador não lida diretamente com o dinheiro. E uma vez feito o pedido demora, em média, cinco dias para ser liberado.

Para saber o valor que se tem disponível a Caixa Econômica costuma enviar um extrato por correio a cada três meses. Quem não recebe pode checar via internet, no site do fundo de garantia com o número NIS (PIS/PASEP) e a senha cadastrada. Consulte em: https://goo.gl/AQ3iZ5

Claro, que como um benefício, o saque precisa de uma documentação importante. Abaixo a documentação necessária:

  • Documento oficial de identificação;
  • Extrato de conta vinculada ao FGTS;
  • Carteira de trabalho para comprovar o tempo de trabalho sob o regime do FGTS;
  • Se você é trabalhador avulso, declaração do órgão gestor da mão de obra ou do sindicato;
  • Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física – DIRPF. No caso de trabalhador casado ou em união estável, apresentar a DIRPF de ambos os cônjuges/companheiros.

 

Estar bem assessorado é um ponto muito importante em todo esse processo. Na compra de um imóvel procurar uma empresa de confiança, conhecida e com credibilidade no mercado é primordial para não correr riscos desnecessários. Por isso a Morar Construtora com 36 anos de mercado auxilia seus clientes em todo o processo de levantamento da documentação, repasse, até o registro do contrato do imóvel sem cobrar taxa ou valor adicional.